sexta-feira, 4 de abril de 2014

"Conheser"

Quanto custa a liberdade que anseio? Coisa mais incompleta e indefinida...
Meu livro cheio de palavras que são só sentimentos e não ações.
Páginas em branco, desprovidas de sentido.
A pena que perdi, o tinteiro que secou...
Só sei da necessidade de escrever pra poder respirar.
Seja o meu sangue a tinta a marcar o papel,
Faça a minha costela as vezes de uma pena a desenhar neologismos
E um novo dicionário da língua portuguesa,
E que Deus faça dessa costela a companheira fiel de uma pseudo-escritora,
A imaginação, inspiração necessária ao ato de escrever.
Sejam os livros as árvores do meu jardim do paraíso

E que não seja pecado original obter conhecimento.