A Ray é a mesma, a mania de não ler nem corrigir os textos é a mesma, mas pode ter mudado algo com o tal processo de "amaduressência". Espero que sim. Talvez tenha apenas deixado a carcaça de "homo sapiens" e ter ganhado asinhas. O coração ficou menor e concentrou mais o peso. Um difícil equilíbrio almejado...
Olá passarinhos! Dialoguemos enquanto migramos para terrinhas desconhecidas. Que a viagem seja enriquecedora ou que sirva, ao menos, pra passar o tempo. Que seja um voo leve e o forte o suficiente para carregar esse coração, concentrado de medo, mas também de amor. Que dê, ao menos, coragem à passarinha que sonha em lançar livros e que não o fez ainda por ter a estúpida mania de rasgar as palavras.
Que asinhas deem mais liberdade, ainda que seja pra cantar, num dia, como rouxinol e, no outro, como um bem-te-vi. Que escrever, assim como amar, faça parte do cotidiano sem cair na rotina.
Voemos.
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